Matéria na Revista Caparaó – Casamento de Gislene e Rodrigo

CApa
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Texto da matéria:

CASAMENTO DE GISLENE E RODRIGO

Sob o céu estrelado, ao ar livre e em um espaço exclusivamente montado para a cerimônia, o casal Gislene Moreth e Rodrigo da Silva Siqueira receberam a benção do pastor Joas. As irmãs Kátia e Rosângela Lessa fizeram o projeto de decoração buscando inspiração na primavera que o mês de setembro traz e no bucolismo da Pousada Vovô Zinho. Uma cobertura de Sapê foi transformada na capela para o enlace matrimonial dos noivos. Ao som da Marcha Nupcial, Gislene seguiu em direção ao altar acompanhada de seu irmão mais velho.

A magnífica sala de doces com bem casados e bolo preparada com peças rústicas, mas com toques em cristais e ouro velho, criavam a devida moldura para esta paisagem, a qual recebeu o bolo e doces de Regina Maynard, os bem casados de Livinha Bem Casados. Arranjos florais belíssimos enriqueciam as mesas intercaladas com mini-arranjos em porcelanas em craquelês. Sobre a sala de bolo e doces pendia um lustre de cristais austríaco criado pelas Lessas intercalado com pequenas velas que flutuavam trazendo todo o significado da magia de celebrar. O mobiliário foi feito com mesas folheadas a ouro remetia à riqueza das antigas fazendas de Guaçuí. E para fechar o evento com chave de ouro, foram preparadas pelas irmãs Lessa junto com a desing de chocolates Ana Lúcia Rios (Pecado Permitido), um belíssimo cenário com móveis em demolição, arranjo floral em rosas, astromélias e lírios nos tons de rosa nude e toda a riqueza esculpidas em pequenos mimos de chocolates.

Gislene estava linda em seu grande dia, num vestido de Gazar Craquelét bordado com paietês metálico prateado, corpo com acabamento em strass swarovisck e drapeado em drapê solêt com trabalhado em corselet nas costas. Saia em babados cascatas. O véu longo em dupla camada impressionava pela delicadeza de seus quatro metros de comprimento e uma linda tiara em zircônias. Na confecção do estilista Ivan Mazzurky com material importado da Grécia para Sathler Noivas. O maravilhoso buquê redondo e delicado da Florear Flores ganhou rosas brancas, minilisiantos roxos e lilases.

O trabalho do cerimonialista Aleçandro Moreth, presente em cada etapa do planejamento, foi decisivo para que tudo saísse de acordo com o sonho de Gislene e Rodrigo. Atento, o cerimonialista cuidou de todos os preparativos, desde a escolha do pastor – que celebrou a cerimônia – até a compra das gravatas dos padrinhos. “A escolha deste profissional depende de dois pontos imprescindíveis: sintonia e afinidade”, explicam os noivos. O cerimonialista precisa conhecer seu perfil e isso Aleçandro fez como ninguém, teve uma sensibilidade ímpar. “O planejamento é longo e minucioso para que no grande dia a gente só tenha que organizar o cortejo e dar atenção à noiva. Imprevistos acontecem, mas é preciso que o resultado seja impecável. Casamento não pode dar errado”, conta o cerimonialista. A julgar pela alegria dos noivos e animação dos convidados, este o casamento foi um sucesso!

 

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Sobre www.andrealvesfotografia.com.br

Comecei a fotografar profissionalmente em 1987, com 14 anos de idade. Tive como o meu primeiro e grande mestre Humberto Capai. Em 1989 ingressei no Curso de Ciências Biológicas da UFES, tornei-me biólogo e durante muito tempo fotografei a natureza do Espírito Santo e do Brasil. Publiquei fotografias em diversos livros, revistas e outras mídias. Em 1996 ingressei no Mestrado em Multimeios da UNICAMP e em 2004 publiquei o livro "Os argonautas do mangue: uma etnografia visual dos caranguejeiros do município de Vitória – Editora da Unicamp, 2004". Nessa época mudei o foco do seu trabalho de uma natureza pura e intocada para uma natureza transformada pelo ser humano e comecei a me interessar em fotografia de gente. A bagagem adquirida com a antropologia visual me ajuda muito hoje na fotografia de casamento. Em 2008, de uma forma despretensiosa, comecei a fotografar casamentos de amigos para presenteá-los com as fotos e me interessei pelo tema. Desde então venho construindo uma trajetória nessa área. Como define Henri Catier-Bresson, o pai da fotografia documental, a fotografia exige do fotógrafo um sincronismo perfeito entre a cabeça, o olho e o coração. A cabeça para pensar, saber exatamente o que se quer, quais as informações são mais importantes, qual é o conceito de cada ensaio. O olho para se extrair, em uma fração de segundo, o que é essencial em uma cena e retirar o que é desnecessário. O coração traz para mim o que é fundamental na fotografia de casamento: o envolvimento. Envolvimento com o casal, com essa família que está nascendo, com toda a energia depositada nesse momento, pelos familiares e pelos amigos. O álbum de casamento é, para mim, um documento. Um documento que pode ser ao mesmo tempo denso e lindo. O registro do início de uma história: da sua história. E é uma das coisas que mais gosto de produzir atualmente com a fotografia. www.andrealvesfotografia.com.br
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