Casamento Pomerano

Conheci Rafaela Tesch em 2004,  em Alto Santa Maria, no interior do estado do Espírito Santo. Filha de pais pomeranos, trabalhava na terra, com o plantio de produtos orgânicos. Sua mãe, Selene, e seu pai, Vandelino são amigos muito queridos e vendem produtos orgânicos na feira do Barro Vermelho em Vitória.

Sempre quis fotografar o casamento da Rafa, desde que a conheci e muito antes dela pensar em casar. A Rafaela tem um energia, um brilho no olho que sempre me encantou. Pois é, esse dia chegou! Amanhã parto para Santa Maria às 5:00 para fotografar o inicio de um ritual que dura três dias: 03 dias de festa e com certeza de muita alegria. Para melhorar mais ainda, Apoena Medeiro, um grande amigo que acaba de lançar um livro MARAVILHOSO sobre os pomeranos vai fotografar comigo. Em breve vocês verão o resultado! Para saber mais sobre casamentos pomeranos veja: http://www.farese.edu.br/pages/artigos/pdf/ismael/O%20Casamento%20Pomerano.pdf

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Sobre www.andrealvesfotografia.com.br

Comecei a fotografar profissionalmente em 1987, com 14 anos de idade. Tive como o meu primeiro e grande mestre Humberto Capai. Em 1989 ingressei no Curso de Ciências Biológicas da UFES, tornei-me biólogo e durante muito tempo fotografei a natureza do Espírito Santo e do Brasil. Publiquei fotografias em diversos livros, revistas e outras mídias. Em 1996 ingressei no Mestrado em Multimeios da UNICAMP e em 2004 publiquei o livro "Os argonautas do mangue: uma etnografia visual dos caranguejeiros do município de Vitória – Editora da Unicamp, 2004". Nessa época mudei o foco do seu trabalho de uma natureza pura e intocada para uma natureza transformada pelo ser humano e comecei a me interessar em fotografia de gente. A bagagem adquirida com a antropologia visual me ajuda muito hoje na fotografia de casamento. Em 2008, de uma forma despretensiosa, comecei a fotografar casamentos de amigos para presenteá-los com as fotos e me interessei pelo tema. Desde então venho construindo uma trajetória nessa área. Como define Henri Catier-Bresson, o pai da fotografia documental, a fotografia exige do fotógrafo um sincronismo perfeito entre a cabeça, o olho e o coração. A cabeça para pensar, saber exatamente o que se quer, quais as informações são mais importantes, qual é o conceito de cada ensaio. O olho para se extrair, em uma fração de segundo, o que é essencial em uma cena e retirar o que é desnecessário. O coração traz para mim o que é fundamental na fotografia de casamento: o envolvimento. Envolvimento com o casal, com essa família que está nascendo, com toda a energia depositada nesse momento, pelos familiares e pelos amigos. O álbum de casamento é, para mim, um documento. Um documento que pode ser ao mesmo tempo denso e lindo. O registro do início de uma história: da sua história. E é uma das coisas que mais gosto de produzir atualmente com a fotografia. www.andrealvesfotografia.com.br
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